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Fundado em 2002, São Paulo, com direção de Mariana Sucupira e Maristela Estrela. Desenvolve sua pesquisa em dança apoiada sobre procedimentos de criação e estética do cinema.
Os primeiros trabalhos surgiram dentro de um grupo de pesquisa, sediado no Estúdio Nova Dança, em 2002. Neste grupo foram produzidos os seguintes trabalhos: “Pois estamos onde não estamos” (2002), “É só um comentário, na verdade” (2003), “Descompasso” (2004), “Andante, moderato, prestissimo, vigoroso” (2005) e “Da janela eu vejo:” (2006). Em 2008 esse grupo se expandiu e passou a ser sediado na Sala Crisantempo com o nome 16 mulheres e ½, ainda como um braço da pesquisa do Núcleo. Realizou ainda os experimentos “Na casa de Clara“ (2008) e “Demolições – Perturbações emocionais na cidade“ (2011), em parceria com o Núcleo de Garagem.
Em
2004, o Núcleo Cinematográfico de Dança
firmou-se como uma companhia profissional e produziu “Entreaberto” (2004/5), "Anti-séptico
de uso geral para curativos" (2004/05), "¿Por qué no hacemos cine?" (Programa Municipal de
Fomento à Dança, 2006/07), “corpo quase
palavra, palavra quase silêncio”
(Novos Coreógrafos - Novas Criações: Site Specific, do Centro Cultural
São Paulo, 2009), “EXperimentações Cinematográficas ou o que
você faz quando todas as imagens do mundo não cabem em uma idéia?“ (PROAC,
2009). Em 2010 produziu o projeto “Transborda“
(Programa Municipal de Fomento à Dança, 2010), criando o espetáculo “O que resta de quatro“ e realizando diversas intervenções
performativas na cidade de São Paulo. Em 2011 foi convidado pelo SESC para o evento Polaroide (SESC Santos - 2011). Também é convidado do pelo SESC (Pinheiros), em 2009, para inaugurar o projeto “Improviso” - jams de dança e música.
Realiza outras duas edições do “Improviso” em 2010 e 2011. Atualmente
desenvolve o projeto “Ainda quer que
seja” (Programa Municipal de Fomento à Dança, 2011) e “2 ou 3 coisas que eu sei dele“ (PROAC, 2011).
